Segurança em edifícios de escritórios
receção, rondas e relatórios que o inquilino lê

Num edifício de escritórios, a segurança privada é a primeira coisa que um visitante vê e a última que fica de serviço à noite. O CGuardPro reúne o controlo de visitantes na receção, as rondas fora de horas, o livro de ocorrências e as escalas dos vigilantes numa única plataforma — e entrega ao proprietário e a cada inquilino a prova do serviço prestado.

🔒 Conforme ao RGPD · dados na UE · sem hardware proprietário

O que corre mal num edifício de escritórios

A receção é um livro de folhas soltas

Visitantes, estafetas, técnicos de manutenção e obras de remodelação entram todos pela mesma porta. O registo em papel é ilegível ao fim de uma semana e, quando é preciso saber quem esteve no piso 6 numa terça-feira à tarde, ninguém consegue responder com segurança.

Fora de horas ninguém confirma nada

O edifício esvazia-se às 19h e a partir daí o serviço é uma ronda solitária. Se não houver forma de a confirmar, o vigilante fica sem defesa perante uma acusação e a empresa fica sem argumentos na renovação do contrato.

Vários inquilinos, um só serviço

Cada empresa instalada no edifício tem as suas próprias regras de acesso, horários e fornecedores. As instruções do posto acabam num dossiê que só o vigilante mais antigo conhece de cor — e que ninguém atualiza.

O que o CGuardPro resolve num edifício de escritórios

Registo digital de visitantes

Entradas e saídas registadas no posto com hora, destino e vigilante responsável, pesquisáveis depois por dia, por piso ou por pessoa.

Rondas por QR fora de horas

Pontos de controlo nos pisos, saídas de emergência, casa das máquinas e garagem, confirmados pela hora do sistema e pela localização.

Instruções do posto sempre atualizadas

As regras de cada inquilino ficam na aplicação do vigilante, e não num dossiê da receção: quem substitui vê exatamente o que tem de fazer.

Livro de ocorrências com fotografia

Alarmes, avarias, inundações, acessos indevidos e obras fora de horário ficam registados no momento, com imagem e local.

Escalas e controlo de assiduidade

Turnos de dia e de noite planeados na plataforma; a entrada ao serviço é feita no posto com selfie e GPS, com mapa de horas exportável.

Portal para o proprietário e inquilinos

Cada contratante consulta as rondas cumpridas, as ocorrências dos seus espaços e os relatórios do período, sem depender de correio eletrónico.

Como isto muda a operação

A receção é o posto onde mais coisas ficam por escrever

O vigilante de receção atende, encaminha, entrega chaves, recebe encomendas, controla acessos a zonas técnicas e ainda faz a primeira triagem de qualquer incidente. É o posto com mais informação a passar e menos tempo para a escrever. Quando o registo de visitantes passa a ser feito na própria aplicação, com hora, destino, motivo e vigilante identificado, deixa de haver a folha que se perde e passa a haver um histórico pesquisável. Isso muda três conversas de uma só vez: a auditoria interna do inquilino, o esclarecimento de um furto de equipamento e a discussão sobre se um fornecedor esteve mesmo no edifício no dia que diz ter estado.

Fora de horas é onde se ganha ou perde o contrato

Entre as 19h e as 7h o edifício não tem testemunhas. É precisamente por isso que o proprietário paga o serviço — e é onde é mais difícil demonstrar que ele foi prestado. Com pontos de controlo em QR nos pisos, nas saídas de emergência, na garagem e nas zonas técnicas, cada passagem fica confirmada por hora do sistema e por localização, e a central acompanha o cumprimento em direto. Se uma ronda não é feita, o sistema assinala-o na hora, e não no relatório do mês seguinte. Do lado do vigilante, o botão de pânico e o canal de rádio PTT no telemóvel eliminam o isolamento de quem faz um turno de noite sozinho num edifício de dez pisos.

Um edifício, vários contratantes, uma só operação

É comum o proprietário ou a empresa de gestão contratar a segurança e cada inquilino ter exigências próprias: horários de acesso, listas de fornecedores autorizados, regras para obras. Manter isso num dossiê de receção significa que o serviço depende de quem está de turno. Na plataforma, as instruções ficam ligadas ao posto e chegam ao telemóvel de quem entra ao serviço, incluindo o vigilante que vem substituir alguém e nunca lá esteve. E o portal do cliente permite dar a cada contratante a sua própria vista — as rondas e as ocorrências dos seus espaços — sem lhe abrir a operação inteira do edifício, que é uma exigência habitual de quem trata dados sensíveis nos seus escritórios.

A atividade de segurança privada em Portugal está sujeita ao regime da segurança privada, com licenciamento e fiscalização pelo Departamento de Segurança Privada da PSP, e o registo de visitantes e as imagens de videovigilância estão sujeitos ao RGPD. Esta página descreve funcionalidades de software e não constitui aconselhamento jurídico: confirme sempre os requisitos aplicáveis ao seu caso junto da autoridade competente ou de um jurista.

Onde este módulo é usado

Edifícios de escritóriosSedes de empresasParques empresariaisTorres de escritórios de uso mistoEspaços de coworkingCentros de dados e salas técnicasGaragens e estacionamentos privativosEdifícios geridos por empresas de facility management

Perguntas frequentes

O registo de visitantes substitui o livro de receção em papel? +

Substitui-o na operação diária. Cada entrada fica com hora, destino, motivo e vigilante identificado, e o histórico é pesquisável e exportável para qualquer período. Como o registo de visitantes trata dados pessoais, deve ser feito com a informação mínima necessária e com prazos de conservação definidos — a plataforma permite configurar esses prazos e controlar quem acede aos registos.

As rondas noturnas funcionam sem rede na garagem ou nas caves? +

Sim. A leitura do ponto de controlo fica guardada no telemóvel com a hora real e sincroniza assim que houver ligação. O vigilante não interrompe a ronda para procurar cobertura e o histórico mantém a hora exata em que cada ponto foi verificado.

Cada inquilino pode ver o serviço prestado nos seus pisos? +

Sim, se a sua empresa assim o decidir. O portal do cliente dá a cada contratante acesso apenas aos seus locais: rondas cumpridas, ocorrências registadas e relatórios do período para descarregar. Um inquilino nunca vê os dados de outro nem a operação interna da sua empresa de segurança.

Como se garante que o vigilante substituto conhece as regras do posto? +

As instruções do posto — acessos autorizados, horários, contactos, procedimentos em caso de alarme — ficam associadas ao posto na plataforma e aparecem no telemóvel de quem entra ao serviço. Quem substitui vê a mesma informação que o titular, sem depender de um dossiê de receção ou de uma explicação à pressa na passagem de serviço.

É preciso instalar equipamento no edifício? +

Não é necessário hardware proprietário. Os pontos de controlo são códigos QR impressos (ou etiquetas NFC, se preferir) e todo o resto funciona no telemóvel do vigilante e no navegador da central. A plataforma coexiste com o CCTV e o controlo de acessos já instalados no edifício, sem os substituir.

Prove o serviço que presta ao edifício

Peça uma demonstração com os postos reais do seu contrato e veja o percurso completo: da receção ao relatório mensal entregue ao proprietário.