Segurança bancária
cada balcão com o seu próprio histórico

Uma rede bancária não é um local: são dezenas de balcões, caixas automáticas e edifícios de serviços centrais, cada um com o seu horário, o seu risco e o seu responsável. O CGuardPro dá à empresa de segurança privada uma forma de operar a rede inteira e de entregar ao banco, por agência e por período, o registo auditável do serviço prestado.

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O que torna difícil servir uma rede bancária

Um contrato, dezenas de locais

O mesmo contrato cobre balcões em cidades diferentes, com horários de abertura distintos e com serviços que variam de local para local. Consolidar tudo em folhas de cálculo é onde se perdem horas de estrutura e onde aparecem os erros de faturação.

Risco concentrado em minutos

A abertura, o fecho, a reposição de numerário e as intervenções técnicas nas caixas automáticas concentram o risco em janelas curtas. São precisamente os momentos em que é mais importante saber quem estava presente, a que horas e o que ficou registado.

Auditoria interna a pedir provas

A área de segurança de um banco trabalha com procedimentos escritos e verificações periódicas. Quando pede o histórico de rondas ou o registo de um incidente de há três meses, uma resposta reconstruída à mão vale muito pouco.

O que o CGuardPro resolve numa rede bancária

Rondas por QR balcão a balcão

Pontos de controlo na área de atendimento, zona de caixas automáticas, acessos técnicos e perímetro, confirmados pela hora do sistema e pelo GPS.

Registo de aberturas e fechos

A presença nos momentos críticos fica registada no próprio local, com hora e vigilante identificado — não numa folha assinada no fim do mês.

Botão de pânico silencioso

Alarme discreto a partir do telemóvel, com identificação e localização, para situações em que não é possível telefonar nem falar.

Livro de ocorrências com fotografia

Tentativas de intrusão, danos, comportamentos suspeitos junto às caixas automáticas e alarmes verificados ficam registados no momento.

Escalas por rede de balcões

Horários por agência, substituições e reforços numa única escala, com mapa de horas exportável para conferência e faturação.

Relatórios por agência e por período

O banco recebe, através do portal do cliente, o histórico de cada local — sem que a sua estrutura tenha de montar relatórios manualmente.

Como isto muda a operação

Operar uma rede é diferente de operar um local

Quando o contrato é uma rede de balcões, o problema deixa de ser a vigilância de um sítio e passa a ser a consistência entre sítios. O balcão de uma cidade tem um vigilante experiente que conhece o procedimento de cor; outro, a duas horas de distância, é coberto por rotação. O que o banco compra é o mesmo serviço nos dois. Ligar as instruções ao posto, e não à pessoa, faz com que quem entra ao serviço veja no telemóvel exatamente o mesmo procedimento — horários de abertura e fecho, contactos, o que fazer perante um alarme, o que registar. E a central passa a ver, num único ecrã, quais os locais cobertos, quais as rondas cumpridas e onde há uma falha a corrigir hoje.

A prova como parte do serviço, não como um extra

A área de segurança de uma instituição financeira trabalha com procedimentos documentados e com auditorias internas que pedem evidência. Uma pergunta típica — foi feita a verificação da zona de caixas automáticas naquele balcão, nos sábados do último trimestre? — só tem resposta razoável se o registo existir com hora, local e autor. Com o histórico de rondas e o livro de ocorrências digitais, essa resposta é uma exportação do período, e não uma reconstituição. Para a empresa de segurança, isto tem um efeito prático: o contrato deixa de se defender com argumentos e passa a defender-se com dados, o que costuma ser a diferença numa renovação disputada.

Momentos críticos e a segurança de quem os cobre

Os assaltos e as tentativas de arrombamento a caixas automáticas continuam a ser uma preocupação em Portugal, e concentram-se em horários em que há pouca gente por perto. Do lado da operação, isso significa proteger duas coisas ao mesmo tempo: o local e o vigilante. O botão de pânico envia um alarme silencioso a partir do telemóvel, com identificação e posição, para situações em que não é possível fazer uma chamada; o canal de rádio PTT mantém a ligação por voz sem equipamento adicional; e a supervisão por GPS permite ao supervisor saber quem está mais perto quando é preciso apoiar. Tudo o que acontece fica com hora e local no registo, que é o que depois sustenta a comunicação ao banco e às autoridades.

A atividade de segurança privada em Portugal está sujeita ao regime da segurança privada, com licenciamento e fiscalização pelo Departamento de Segurança Privada da PSP, existindo exigências específicas de segurança para instituições de crédito e sociedades financeiras. O tratamento de imagens e de dados pessoais está sujeito ao RGPD. Esta página descreve funcionalidades de software e não constitui aconselhamento jurídico: confirme sempre os requisitos aplicáveis ao seu caso junto da autoridade competente ou de um jurista.

Onde este módulo é usado

Balcões bancáriosZonas de caixas automáticasServiços centrais e edifícios administrativosSalas de contagem e cofresInstituições de crédito e sociedades financeirasCasas de câmbioSeguradoras e sociedades gestorasCentros de dados financeiros

Perguntas frequentes

A plataforma serve para gerir dezenas de balcões no mesmo contrato? +

Sim. Cada balcão é um local com os seus próprios postos, horários, rondas e instruções, e a central vê a rede completa num único painel: quem está de serviço, que rondas foram cumpridas e onde há uma ocorrência em aberto. Os relatórios podem ser consultados por agência ou consolidados para todo o contrato.

O botão de pânico é discreto? +

Sim. O alarme parte do telemóvel do vigilante e não emite som nem aviso visível no local; chega à central com a identificação do vigilante e a sua localização. É pensado para situações em que não é possível telefonar nem falar, e a ocorrência fica registada com hora e local para a comunicação posterior.

Como se comprova a presença na abertura e no fecho do balcão? +

A entrada e a saída de serviço são feitas no próprio local, com selfie e verificação de GPS, e ficam associadas ao posto e ao horário previsto na escala. O registo mostra quem esteve, a que horas e onde, e o mapa de horas do período exporta-se para conferência com o cliente e com o processamento salarial.

O banco pode aceder aos registos dos seus locais? +

Pode, na medida em que a sua empresa definir. Através do portal do cliente, o responsável do banco consulta as rondas cumpridas, as ocorrências e os relatórios do período dos locais que lhe pertencem, sem ver a operação de outros clientes nem os dados internos da sua empresa.

A plataforma substitui o sistema de alarme do banco? +

Não. Os sistemas de alarme, videovigilância e controlo de acessos instalados nos balcões mantêm-se; o CGuardPro é a camada de operação da empresa de segurança — escalas, rondas, ocorrências, comunicação e prova do serviço — e regista as verificações feitas em resposta aos alarmes.

Leve a rede de balcões para uma só plataforma

Peça uma demonstração com os locais reais do seu contrato e veja o percurso completo: da ronda no balcão ao relatório trimestral para a auditoria do banco.