Controlo de assiduidade
picado no posto, verificado pelo sistema

O vigilante entra ao serviço no próprio posto: a aplicação regista a hora, a posição GPS e uma fotografia de entrada. Se ninguém picar o ponto à hora prevista, a central sabe logo — e não no dia seguinte, quando o cliente já reparou que o posto esteve vazio.

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Escalas de serviço no CGuardPro em português

Escalas e controlo de assiduidade — a interface integralmente em português.

Não é o mapa de horas que dói, é o posto vazio

Ninguém entrou ao serviço e ninguém deu por isso

Um vigilante que não aparece às 22 h só é detetado quando o cliente telefona. Sem controlo de entrada ao serviço, a empresa é sempre a última a saber.

Ponto picado do sofá

Uma picagem por telefone, por mensagem ou num relógio à entrada do edifício não prova que o vigilante está no posto. Prova apenas que alguém carregou num botão.

Horas discutidas ao fim do mês

Sem hora de entrada e de saída fiáveis, o mapa de horas transforma-se numa negociação — com o vigilante e, pior, com o cliente que paga o serviço.

Como funciona a picagem de ponto no CGuardPro

01

Entrada ao serviço no posto

O vigilante abre a aplicação e entra ao serviço no posto a que está escalado. Sem relógio de ponto instalado no local.

02

Selfie e posição verificadas

A entrada regista uma fotografia e a posição GPS; o sistema confirma que a picagem foi feita dentro do perímetro do local.

03

Aviso automático de posto descoberto

Passado o limite de tolerância sem qualquer picagem, a central recebe um aviso e pode acionar a substituição antes de o cliente reparar.

04

Horas fechadas sem discussão

Entrada, saída e intervalos ficam registados face ao turno previsto na escala; o mapa de horas do período exporta-se para o processamento salarial.

Saber quem está no posto, agora

  • Picagem de entrada e de saída com hora do sistema, GPS e fotografia
  • Verificação de perímetro do local: a picagem fora da zona é assinalada
  • Alerta de posto descoberto quando ninguém entra ao serviço à hora prevista
  • Atrasos, saídas antecipadas e faltas visíveis no próprio dia
  • Comparação direta entre o turno previsto na escala e o serviço realmente prestado
  • Mapa de horas por vigilante, por posto e por cliente, pronto a exportar

Perguntas frequentes

É preciso instalar um relógio de ponto em cada local? +

Não. A picagem é feita na aplicação, no telemóvel do vigilante, com verificação de posição. Não há equipamento para instalar, manter ou substituir em cada posto.

O vigilante pode picar o ponto sem estar no local? +

A posição é conferida pelo sistema contra o perímetro do local. Uma picagem feita fora da zona é assinalada à central em vez de ser aceite em silêncio.

Para que serve a fotografia de entrada? +

Confirma que quem entrou ao serviço é mesmo o vigilante escalado, e não um colega a picar por ele. Fica associada ao registo de assiduidade, com a hora e o local.

E se o vigilante ficar sem rede no momento de entrar ao serviço? +

A picagem fica guardada no telemóvel com a hora real e sincroniza assim que a ligação regressa. O vigilante nunca fica bloqueado por causa da cobertura de rede.

Os dados de assiduidade servem para o processamento salarial? +

Sim. As horas normais, noturnas e extraordinárias saem separadas por vigilante e por período, em ficheiro exportável para quem trata o processamento salarial.

Saiba hoje quem entrou ao serviço

Peça uma demonstração com os seus postos: mostramos-lhe a picagem verificada no local, o aviso de posto descoberto e o mapa de horas exportado.