Segurança escolar e universitária
portaria, rondas e ocorrências com registo

Uma escola tem duas operações por dia: a das horas letivas, com portaria, controlo de acessos e vigilância dos espaços comuns, e a das horas em que o edifício fica vazio e vale sobretudo pelo equipamento que lá está dentro. O CGuardPro cobre as duas e entrega à direção do estabelecimento um registo do serviço que não depende da memória de ninguém.

🔒 Conforme ao RGPD · dados na UE · sem hardware proprietário

O que torna difícil a segurança num campus

Entradas e saídas concentradas

Às horas de entrada e de saída passam centenas de alunos pela mesma porta, com encarregados de educação, autocarros e fornecedores à mistura. É o momento em que o vigilante tem de estar atento e é, ao mesmo tempo, o momento em que é impossível escrever seja o que for.

Muitos edifícios, poucos vigilantes

Pavilhão desportivo, cantina, biblioteca, laboratórios, residência de estudantes e campo exterior. Cobrir tudo com uma equipa reduzida obriga a rondas bem definidas — e a uma forma de confirmar que foram mesmo cumpridas.

Furto e vandalismo fora do horário letivo

Fins de semana, férias e noites são quando desaparecem computadores e projetores e quando aparecem grafitos e vidros partidos. Sem registo com hora e fotografia, a participação à seguradora e a comunicação à direção ficam sempre a meio.

O que o CGuardPro resolve num estabelecimento de ensino

Rondas por QR em todo o campus

Pontos de controlo nos pavilhões, laboratórios, biblioteca, balneários, perímetro e portões, confirmados pela hora do sistema e pelo GPS.

Registo de visitantes na portaria

Entradas de encarregados de educação, fornecedores e técnicos registadas com hora, motivo e vigilante responsável, pesquisáveis por dia.

Livro de ocorrências com fotografia

Furtos, vandalismo, conflitos, intrusões e avarias registados no momento, com imagem e local, prontos para a direção e para a seguradora.

Escalas para o calendário escolar

Horário letivo, exames, férias e eventos planeados na mesma escala, com reforços pontuais e mapa de horas exportável.

Botão de pânico e rádio PTT

O vigilante do portão fala com a portaria pelo telemóvel e pede apoio imediato sem sair do sítio, sem depender de rádios adicionais.

Portal para a direção do estabelecimento

A direção consulta rondas cumpridas, ocorrências e relatórios do período, com o detalhe que a sua empresa decidir mostrar.

Como isto muda a operação

A operação letiva e a operação de férias são serviços diferentes

Durante o período letivo, o valor do serviço está na presença: portaria, controlo de acessos, circulação nos espaços comuns, apoio nas entradas e saídas. Nas interrupções letivas e nas férias grandes, o valor está exatamente no oposto — verificar um edifício vazio com regularidade e conseguir prová-lo. Uma escala construída na plataforma permite tratar os dois regimes sem refazer tudo de cada vez: os postos mudam, os horários mudam, e o histórico de horas continua a ser o mesmo documento. Nas semanas de exames ou em eventos abertos ao público, os reforços entram como turnos normais, com o vigilante identificado e a entrada ao serviço registada no próprio local.

Um registo que serve a direção, a autarquia e a seguradora

Quando desaparece equipamento informático de um laboratório ou aparece um portão forçado num domingo de manhã, a escola tem várias contas a prestar ao mesmo tempo: à direção, muitas vezes à autarquia ou à entidade proprietária do edifício, e à seguradora. Um livro de ocorrências digital resolve as três com o mesmo registo — descrição, fotografias, hora do sistema, local exato e vigilante identificado — e permite exportar o histórico do período sem que ninguém tenha de reconstruir datas a partir de folhas soltas. É também a diferença entre discutir um incidente com dados e discuti-lo com versões.

Menores, imagens e proteção de dados

Um campus é um ambiente com uma particularidade que nenhum outro setor tem na mesma medida: a maioria das pessoas vigiadas são menores. Isso obriga a um cuidado acrescido no que se regista e a uma disciplina simples: descrever factos relevantes para o serviço de segurança, evitar recolher mais do que o necessário, limitar quem acede aos registos e definir prazos de conservação. O RGPD aplica-se a estes registos e às imagens de videovigilância, e a segurança privada colabora com o trabalho que a PSP desenvolve junto das escolas através do programa Escola Segura. Na plataforma, cada registo tem autor identificado, o acesso é controlado por perfil e os dados podem ser alojados dentro da União Europeia.

A atividade de segurança privada em Portugal está sujeita ao regime da segurança privada, com licenciamento e fiscalização pelo Departamento de Segurança Privada da PSP, e o tratamento de imagens e de dados pessoais em contexto escolar — sobretudo de menores — está sujeito ao RGPD. Esta página descreve funcionalidades de software e não constitui aconselhamento jurídico: confirme sempre os requisitos aplicáveis ao seu caso junto da autoridade competente ou de um jurista.

Onde este módulo é usado

Escolas básicas e secundáriasAgrupamentos de escolasColégios privadosUniversidades e institutos politécnicosResidências de estudantesPavilhões desportivos e campos exterioresBibliotecas e centros de investigaçãoCantinas e refeitórios escolares

Perguntas frequentes

É preciso instalar equipamento nas escolas para fazer rondas? +

Não. Os pontos de controlo são códigos QR impressos e colados nos locais a verificar — pavilhão, laboratórios, portões, balneários, quadro elétrico — e o vigilante lê-os com o telemóvel. Quem preferir pode usar etiquetas NFC. Não há bastões de ronda para carregar nem leitores para repor todos os anos letivos.

O sistema regista dados dos alunos? +

Não é essa a sua função. A plataforma regista a operação de segurança: rondas, ocorrências, visitantes na portaria e assiduidade dos vigilantes. Quando uma ocorrência envolve um aluno, deve descrever-se o necessário para o serviço, com a contenção que o tratamento de dados de menores exige, e o acesso a esse registo fica limitado aos perfis autorizados.

Como se organizam as férias escolares e os períodos sem aulas? +

Com a mesma escala. Os postos e os horários das interrupções letivas são planeados na plataforma como qualquer outro serviço, e as rondas de verificação do edifício vazio ficam registadas com hora e local. No regresso às aulas volta-se ao regime normal sem perder o histórico do período anterior.

A direção da escola consegue ver o serviço prestado? +

Sim. O portal do cliente dá à direção acesso às rondas cumpridas, às ocorrências dos seus espaços e aos relatórios do período, com o detalhe que a sua empresa definir. Isso evita o pedido de relatórios por correio eletrónico e dá à escola uma visão contínua em vez de um resumo mensal.

O que acontece se um vigilante precisar de ajuda no portão? +

O botão de pânico da aplicação envia um alarme imediato à central com identificação e localização, e o canal de rádio PTT no telemóvel permite falar com a portaria e com os colegas sem equipamento adicional. A situação fica registada com hora e local para a comunicação à direção.

Mostre o serviço que presta ao estabelecimento de ensino

Peça uma demonstração com os postos reais do seu contrato e veja o percurso completo: da portaria ao relatório entregue à direção.