Um assistente com IA que
executa a operação, não apenas conversa
O VigIA vive dentro da plataforma do CGuardPro e faz o trabalho de central que hoje ocupa a manhã inteira: comunicar a falta de um vigilante, propor quem a pode cobrir, atribuir o posto, convidar pessoal novo, criar um cliente ou um posto e responder, em linguagem corrente, como está a cobertura neste momento. Cada ação que altera alguma coisa passa por uma confirmação sua, com nomes reais à frente, e fica registada.
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Porque é que a manhã da central é sempre igual
Uma falta às seis da manhã
Um vigilante avisa que não vai conseguir entrar ao serviço. Segue-se a mesma sequência de sempre: abrir a escala, perceber quem está de folga, telefonar a três ou quatro pessoas, esperar resposta e só depois registar o que ficou combinado. O posto fica descoberto durante o tempo que essa sequência demora.
Perguntas simples com respostas demoradas
Quem chegou atrasado ontem? Quem não registou a saída? Quantas ocorrências houve esta semana neste cliente? São perguntas de um segundo que obrigam a abrir três ecrãs, filtrar datas e exportar uma folha — várias vezes por dia, sempre pelas mesmas pessoas.
Trabalho administrativo que se acumula
Convidar um vigilante novo, criar um cliente, abrir um posto, enviar o relatório mensal a um contratante. Nada disto é difícil; é apenas repetitivo e cai sempre em cima de quem devia estar a acompanhar a operação em direto.
Como o VigIA trabalha
Escreve como falaria a um colega
Sem comandos nem menus decorados: «o vigilante do posto da avenida faltou hoje», «quem está disponível para cobrir esta noite», «envia o relatório deste cliente». O VigIA percebe o pedido no contexto da sua operação.
Propõe e mostra o que vai acontecer
Antes de executar, apresenta um cartão de confirmação com o que vai ser feito e a quem afeta, com nomes e apelidos e não com códigos internos. As perguntas de leitura são respondidas de imediato, porque não alteram nada.
Só age depois de confirmar
Enquanto não carregar em confirmar, não acontece nada. O cartão é assinado pelo sistema, caduca ao fim de poucos minutos e confirmar duas vezes não executa duas vezes.
Fica tudo escrito
Quem pediu o quê, a que horas, o que foi executado e com que resultado — incluindo as tentativas falhadas e o motivo. «Foi a inteligência artificial» não é uma resposta aceitável quando um cliente pergunta.
O que pode pedir hoje
- ✓ Comunicar a falta de um vigilante e cobrir o posto com quem escolher
- ✓ Ver quem está disponível, com sugestões ordenadas por adequação à cobertura
- ✓ Procurar substituto por WhatsApp e fechar com o primeiro que aceitar
- ✓ Transferir temporariamente alguém para outro posto, com datas
- ✓ Convidar vigilantes e pessoal de estrutura, já com o perfil correto
- ✓ Criar clientes, locais e postos de serviço sem sair da conversa
- ✓ Enviar a um cliente o relatório do período, já gerado
- ✓ Perguntar como está a cobertura, quem chegou tarde ou que ocorrências houve
Perguntas frequentes
O VigIA pode fazer alguma coisa sem a minha aprovação? +
Não. Qualquer ação que altere dados — convidar, criar, comunicar uma falta, cobrir um posto, transferir alguém — aparece primeiro como um cartão de confirmação, com os nomes reais de quem é afetado, e só acontece se confirmar. As perguntas de leitura, como saber o estado da cobertura, são respondidas diretamente porque não alteram nada. É esta separação que torna aceitável um assistente com mãos numa operação de segurança.
E se um colaborador lhe pedir algo que não lhe compete? +
O VigIA herda as permissões de quem está a escrever. Quem não pode fazer determinada coisa pelos ecrãs da plataforma também não a consegue fazer através da conversa. Há ainda um limite de autoridade deliberado: mesmo com permissões, o assistente não cria contas de administração por conversa — isso continua a fazer-se à mão, de propósito.
E se se enganar em duas pessoas com apelidos parecidos? +
É por isso que o cartão de confirmação mostra o nome da pessoa e não um código interno. Se a proposta apontar para a pessoa errada, vê-o antes de confirmar e corrige na mesma conversa. O desenho existe precisamente para impedir que um erro de interpretação se transforme numa ação real na sua operação.
Responde a assuntos que nada têm a ver com a minha empresa? +
Não, e é intencional. O VigIA só fala da operação da sua empresa de segurança: vigilantes, clientes, postos, cobertura, ocorrências e escalas. A pedidos fora deste âmbito responde que não é a sua função e regressa ao tema. Também não revela como está configurado nem aceita que alguém se faça passar por outra pessoa.
Quanto custa? +
Cada empresa tem uma quota mensal de mensagens incluída. Esgotada a quota, cada mensagem adicional é descontada do mesmo saldo que já usa para SMS e WhatsApp — um único carregamento para tudo. Nas definições vê quantas mensagens já usou no mês e quanto foi consumido, sem surpresas no fim do período.
O que acontece aos dados da minha empresa? +
O VigIA trabalha apenas sobre os dados da sua empresa: a informação de uma empresa nunca entra na conversa de outra, e o assistente só vê aquilo que o utilizador que está a escrever veria nos ecrãs da plataforma. Aplicam-se as mesmas regras de acesso e o mesmo registo de atividade do resto do CGuardPro, ao abrigo do RGPD.
Não quero inteligência artificial na minha empresa. É possível desligar? +
É, por completo e empresa a empresa. Basta pedir e o assistente é desativado; a plataforma continua a funcionar exatamente como antes. O VigIA é uma ajuda à central, não uma peça de que a operação dependa.
Quem na minha empresa deve usar o assistente? +
Quem opera a central e quem trata da estrutura: coordenadores, despachantes, responsáveis de operações e administrativos. É uma ferramenta de escritório, com o mesmo alcance da sessão de quem está a escrever, e não substitui as aplicações de terreno do vigilante e do supervisor, que continuam a ser o sítio onde se regista a entrada ao serviço, a ronda e a ocorrência. Na prática, é a diferença entre passar a manhã a abrir ecrãs e passá-la a acompanhar a operação.
O que acontece se o assistente não perceber o pedido? +
Diz que não percebeu e pede que reformule, em vez de adivinhar. Quando um pedido é ambíguo — dois vigilantes com o mesmo nome próprio, dois postos do mesmo cliente — apresenta as alternativas para que escolha antes de propor qualquer ação. Nada é executado a partir de uma suposição, e as tentativas que não chegam a bom porto ficam igualmente registadas, com o motivo, para que possa perceber depois o que se passou.
Veja o assistente a trabalhar na sua operação
Peça uma demonstração com os seus postos e as suas escalas e experimente pedir uma substituição do princípio ao fim — com confirmação e registo.