Alternativa ao GuardsPro
para operar em Portugal
Não vamos dizer-lhe o que falta a outro produto. Vamos dizer-lhe o que o CGuardPro faz, para que tipo de empresa foi construído e que perguntas separam uma boa decisão de um contrato de que se arrepende ao terceiro mês.
| Critério | CGuardPro | O que confirmar junto do fornecedor |
|---|---|---|
| Vocabulário da profissão | Escrito em português europeu com os termos usados em Portugal: vigilante, posto, ronda, livro de ocorrências, passagem de serviço, escala. | Abra a aplicação numa demonstração e leia os rótulos que o vigilante vê todos os dias: é aí que se nota uma tradução aproximada. |
| Ciclo completo do turno | Entrada ao serviço com selfie e GPS, ronda por QR, ocorrência com fotografia, passagem de serviço e relatório para o cliente, na mesma plataforma. | Peça para ver o ciclo inteiro de um turno com os seus dados, e não funcionalidades soltas em ecrãs separados. |
| Funcionamento sem rede | Leituras de ronda, ocorrências e fotografias guardadas no telemóvel e sincronizadas depois, mantendo a hora real. | Pergunte o que acontece numa cave ou num perímetro sem cobertura, e se a hora registada é a do acontecimento ou a da sincronização. |
| Preço e unidade de cobrança | Preços públicos por posto de serviço, sem custos de arranque. | Confirme se cobra por posto, por vigilante registado ou por utilizador ativo — e peça o custo total do primeiro ano. |
| Portal do contratante | Incluído: cada cliente consulta as rondas, as ocorrências e os relatórios dos seus locais, e nada mais. | Confirme se está incluído, quantos utilizadores do cliente estão abrangidos e se é possível limitar o que cada um vê. |
| Botão de pânico e SOS do cliente | Alarme do vigilante a partir do telemóvel e SOS do contratante, ambos a chegar à sua central. | Pergunte por onde entra um alarme na central e o que fica registado depois de ser atendido. |
| Proteção de dados | Conceção orientada ao RGPD, com registo de acessos e possibilidade de alojar os dados na União Europeia. | Pergunte onde ficam os dados, que subcontratantes intervêm e como se exportam no fim do contrato. |
| Apoio | Em português, no fuso horário de Portugal. | Confirme a língua, o horário e os tempos de resposta — e teste-os durante o período de avaliação. |
GuardsPro é uma marca do respetivo titular, sem qualquer relação com o CGuardPro. Esta página não descreve funcionalidades do GuardsPro nem lhe atribui preços: a coluna da direita indica o que qualquer comprador deve confirmar diretamente com o fornecedor que estiver a avaliar, à data da avaliação.
A avaliação que realmente distingue plataformas
Ao fim de uma manhã de demonstrações, todas as plataformas de segurança privada parecem iguais: todas mostram um mapa, uma ronda concluída e um relatório bonito. O que as separa só aparece quando se testa o percurso completo de um turno com dados reais. Peça para começar às seis da manhã, com um vigilante a entrar ao serviço no posto, e siga tudo até ao relatório que o cliente recebe no fim do mês: entrada com selfie e GPS, leitura dos pontos de ronda, uma ocorrência com fotografia, a passagem de serviço para o turno seguinte e a exportação do período. É nesse percurso que se descobre o que é fluido e o que obriga a três ecrãs e a uma folha de cálculo.
Escreva a operação na língua em que ela acontece
Uma equipa de terreno em Portugal fala de vigilantes, postos, rondas, livro de ocorrências, passagem de serviço e escala. Quando a aplicação usa outras palavras — por tradução automática ou por vir de outro mercado —, cada registo passa a exigir uma interpretação, e é aí que se perde informação. O CGuardPro está escrito em português europeu com o vocabulário da profissão. A plataforma web está integralmente nessa língua, incluindo menus, relatórios e avisos; as aplicações móveis do vigilante e do supervisor chegam em português na próxima versão, e dizemos isto em vez de prometer um ecrã que ainda não existe.
O que a sua empresa perde se escolher mal
O custo de uma má escolha raramente é a mensalidade. É a equipa de terreno que deixa de registar ocorrências porque a aplicação é lenta; é o cliente que continua a pedir relatórios por correio eletrónico porque o portal nunca foi ativado; é o histórico que não se consegue exportar quando é preciso responder a uma reclamação de há seis meses. Antes de assinar, garanta três coisas: que consegue sair com os seus dados, que o apoio responde na sua língua e no seu horário, e que um vigilante que nunca viu a aplicação consegue fazer um turno completo sem formação especial.
Para quem foi construído o CGuardPro
Para empresas de segurança privada de dimensão pequena e média que operam postos com turnos longos, rondas com prova, livro de ocorrências e clientes exigentes em transparência — e que preferem preços públicos, dados na União Europeia e nenhum equipamento proprietário. Não foi construído para substituir sistemas de gestão integrada nem para projetos que exijam desenvolvimento à medida. Se é esse o seu caso, avalie várias plataformas com calma: a comparação mais útil é a que admite que a resposta certa possa não ser a nossa.
Perguntas frequentes
Vale a pena mudar de plataforma?+
Só vale se resolver um problema concreto: postos que ficam descobertos sem ninguém dar por isso, relatórios que a estrutura passa tardes a redigir, clientes que não conseguem ver o serviço prestado, ou uma fatura de software que cresce com a rotatividade e não com a operação. Se nada disto lhe é familiar, a plataforma que tem hoje provavelmente chega. Mudar por mudar custa tempo à equipa de terreno, que é o recurso mais escasso.
O CGuardPro cobre o mesmo tipo de operação?+
Cobre o núcleo de uma empresa de segurança privada: aplicação do vigilante, rondas verificadas, controlo de assiduidade com selfie e GPS, escalas, livro de ocorrências, botão de pânico, supervisão por GPS, rádio PTT no telemóvel, patrulha automóvel, portal do contratante, central de alarmes e formação. Para funcionalidades específicas, o critério mais fiável é vê-las a funcionar numa demonstração com os seus próprios postos.
Como comparar preços sem me enganar?+
Compare sempre na mesma unidade e no mesmo horizonte. Traga tudo para o custo total do primeiro ano — mensalidade, implementação, módulos extra, equipamento e respetiva reposição — e depois divida pelo número de postos que opera. O CGuardPro publica os preços por posto no site; para qualquer outro fornecedor, incluindo o GuardsPro, peça os valores em vigor diretamente e confirme se incluem IVA.
O que devo garantir antes de migrar?+
Duas coisas. Primeiro, que consegue exportar o histórico da plataforma atual — rondas, ocorrências e horas —, porque é esse histórico que sustenta contratos e reclamações antigas. Segundo, que a nova plataforma funciona no terreno: peça a um vigilante experiente e a um recém-chegado que façam um turno completo na aplicação antes de decidir. A opinião dos dois vale mais do que qualquer folha comparativa.
Para quem é que o CGuardPro faz mais sentido?+
Para empresas de segurança privada a operar em Portugal que querem a plataforma e o apoio em português europeu, preços públicos por posto, nenhum equipamento proprietário e os dados na União Europeia. Quem tem processos de compra internacionais e integrações profundas em sistemas próprios deve avaliar também as plataformas internacionais: uma comparação honesta admite que a melhor escolha possa ser outra.
Teste o ciclo completo de um turno
Peça uma demonstração em português com os seus postos reais, da entrada ao serviço até ao relatório do cliente.